Arrancou o Congresso Internacional “Pedro e Inês: o Futuro do Passado”
Já começou o Congresso Internacional “Pedro e Inês: o Futuro do Passado”, que decorre até ao próximo sábado.
Trata-se de uma iniciativa que irá encerrar as comemorações dos 650 anos da transladação de Inês de Castro de Coimbra para Alcobaça.
Participam neste evento as autarquias de Alcobaça, Coimbra, Montemor-o-Novo e Lourinhã, para além da Fundação Inês de Castro e a Associação Amigos de Pedro e Inês, entre outras instituições.
28 . 29 de Março | Coimbra | Casa da Escrita
30 de Março | Montemor-o-Velho | Biblioteca Municipal
31 de Março | Alcobaça | Mosteiro de Alcobaça
No ano de 2005 Portugal comemorou os 650 anos passado sobre a morte de Inês de Castro, ocorrida a 7 de Janeiro de 1355.
Em 2011 Portugal não quis deixar de comemorar os 650 anos decorridos sobre a trasladação dos restos mortais de Inês de Castro do Mosteiro de Santa Clara de Coimbra para o Mosteiro de Alcobaça, onde se sepultou em grandioso e artístico monumento fúnebre. ”Foi esta a mais honrada trasladação que até ao tempo em Portugal fora vista”, como escreve Fernão Lopes.
Tais celebrações decorreram no tempo alongada de um ano, o que bem se coaduna com as múltiplas cronologias apontadas para tal cerimónia, que a situam entre 1361 e 1363.
O inesgotável tema de Pedro e Inês, dos seus amores e da sua tragédia, voltou a ser lembrado e recriado. As artes, as letras e a história foram convocadas para a revivificação criativa desta memória. Entre as múltiplas manifestações do ciclo comemorativo insere-se o Congresso Internacional “Pedro e Inês: o Futuro do Passado”, que, num apelo à transversalidade e interdisciplinaridade dos saberes, reúne investigadores e especialistas de História, da Literatura e das Artes, nacionais e estrangeiros. Durante quatro dias, de 28 de Março a 31 de Março, em Coimbra (28 e 29), Montemor-o-Velho (30) e Alcobaça (31) cerca de meia centena de estudiosos vão apresentar conferências e comunicações em torno do tempo e das repercussões sociopolíticas da união de Pedro e Inês e das memórias, lendas, mitos e iconografias tecidos sobre a sua vida e os seus amores. Acompanham o Congresso várias exposições sobre a produção científica, literária e artística que versa o tema inesiano.
Digna-se presidir a este Congresso Sua Excelência o Senhor Presidente da República, acompanhando-o o Senhor Secretário de Estado da Cultura, o Reitor da Universidade de Coimbra e muitas outras personalidades políticas e culturais.
A Coordenadora Científica do mesmo é a Profª. da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Maria Helena da Cruz Coelho, integrando a sua Comissão Científica os Doutores Maria José Azevedo Santos e José Carlos Seabra Pereira, Professores da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Jorge Pereira de Sampaio, Diretor do Mosteiro de Alcobaça e Bernardo Vasconcelos e Sousa, Professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
A organização deve-se a um conjunto de entidades políticas, científicas e culturais, como a Associação Amigos de D. Pedro e D. Inês, Câmara Municipal de Coimbra, Câmara Municipal de Alcobaça, Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, IGESPAR – Direção Geral do Património Cultural, Consello da Cultura Galega, Cátedra Jaime Cortesão da Universidade de S. Paulo e Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra.
O ciclo comemorativo do tema inesiano encerra-se, com toda a solenidade, em Alcobaça, no dia 1 de Abril.
Reencontrou-se, ainda e uma vez mais, em 2011, Pedro e Inês.
Pedro e Inês, um homem e uma mulher de um tempo, de uma época, personagens da História de Portugal e dos portugueses.
Pedro e Inês, ícones culturais que, pela poética da lenda e pela simbólica do amor e da tragédia, ascenderam à intemporalidade do mito, património imaterial universal da Humanidade.
A Coordenadora Científica
Prof.ª Doutora Maria Helena da Cruz Coelho
28 de Março | Coimbra
Casa da Escrita
10H00 – 11H00 – Abertura
11H00 -12H00- Conferências Plenárias
Moderadora – Maria Leonor Machado de Sousa
A função social das escrituras em tempos de Inês de Castro – Maria José Azevedo Santos, Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Os reinos de Castela e Portugal nos tempos de Inês de Castro – Ermelindo Portela Silva, Professor Catedrático de História Medieval da Universidade de Santiago de Compostela.
12H00 – 12H40 – Comunicações em Sessões Paralelas
Sessão I
Moderador – Manuel Ferro
O amor de Pedro e Inês, na tradição e cultura popular em Portugal. Crónica de Viagem – Maria Piedade Tavarela, Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Braga.
Inês de Castro, na tradição e cultura popular em Espanha. Crónica de Viagem – Helder Rodrigues, Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Braga.
Sessão II
Moderador – Albano Figueiredo
Pedro e Inês, duas faces do Amor – Isabel Delgado, Colégio de São Teotónio. Centro de Literatura Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Figuras da ficção em “Adivinhas de Pedro e Inês” – Ana Maria Machado, Investigadora do Centro de Literatura Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
12H40 – 13H10 – Debate
13H10 – 14H30 – Pausa para almoço
14H30 – 15H30 – Conferências Plenárias
Moderador – José Carlos Seabra Pereira
Os amores de Pedro e Inês: memórias, lendas e mitos – Maria Leonor Machado de Sousa, Academia Portuguesa da História.
Inês de Castro nas letras alemãs – Manuela Delille, Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
15H30- 16H30 – Comunicações em Sessões Paralelas
Sessão I
Moderadora – Manuela Dellile
Arremedos paródicos ao episódio de Inês de Castro d’“Os Lusíadas” – Manuel Ferro, Professor Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Um palco para Pedro e Inês: uma arqueologia das representações de Inês de Castro no teatro e na dança – Joana Emídio Marques, Jornalista de Cultura no Diário de Noticias.
Deriva do mito inesiano no cinema português – Glória Marques Ferreira, Doutoranda da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Sessão II
Moderadora – Adelaide Costa
A Fonte dos Amores no Arquivo da Quinta das Lágrimas: 1364-1916 – Maria Assunção Júdice, Doutoranda da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Fundação Inês de Castro.
Quinta das Lágrimas: história, lugar e lenda – Sandra Santos, Instituto Politécnico de Leiria.
Inês de Castro, musa de tantas paixões, na vertente estatística – José Pereira da Costa, Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
16H30 – 17H00 – Debate
17H00 -17H30 – Pausa para café
17H30 -18H40 – Comunicações em Sessões Paralelas
Sessão I
Moderadora – Maria Alegria Marques
Tradição, renovação e provocação no novo canto coimbrão de Inês – Albano Figueiredo, Professor Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Pedro e Inês: a desconstrução da memória e a salvaguarda do mito – Adelaide Costa. Instituto de Estudos Medievais. Universidade Aberta.
Inês de Castro, uma vida em verso até… ao fim do Mundo – Ana Rodrigues Oliveira, Doutorada em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Sessão II
Moderador – Saul António Gomes
Lições a partir de “Pedro e Inês” – reconversão simbólica da morte (fim inevitável dos viventes) em passagem de requalificação social pelo Amor – Maria de Fátima Toscano, Escritora, Socióloga.
Um canto em prosa para Pedro e Inês, segundo Agustina Bessa Luís – Odalice de Castro Silva, Professora Associada de Teoria e Literatura Comparada na Universidade Federal do Ceará.
Estavas linda Inês posta em sossego – Jorge Colaço e as permanências historicistas na azulejaria portuguesa – Maria Helena Souto, Professora Associada do Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing.
18H40 – 19H10 – Debate
21H30 – Concerto
Sé Nova
Requiem a Inês de Castro, Pedro Macedo Camacho
Orquestra Clássica do Centro
Coro da Orquestra Clássica do Centro
Carla Moniz | Soprano
António Salgado | Barítono
I. Introït e Kyrie;
II. Offertorium;
III. Sanctus;
IV. Pie Jesu;
V. Agnus Dei;
VI. Libera me;
VII. In Paradisum.
[estreia mundial]
Do Ciclo Inesiano “cinco peças de Carácter”, Eurico Carrapatoso
I. Carácter Pírrico (Pedro o Príncipe)
II. Carácter melancólico (Pedro e Inês na Fontes dos Amores)
III. Carácter mefistofélico (dança macabra de Pêro Coelho e Álvaro Gonçalves)
IV. Carácter elegíaco (À morte de Inês da Fonte das Lágrimas ao Cruzeiro de Alcobaça)
V. Carácter heróico (a vingança de Pedro, o cru)
[estreia mundial]
Direção artística: Artur Pinho Maria
O Requiem Inês de Castro é uma obra para orquestra, coro, e dois solistas: soprano e barítono. No decurso dos seus sete andamentos poderemos ouvir o Barítono a representar musicalmente D. Pedro I e a Soprano um anjo e, posteriormente, a própria Inês no andamento VI – Libera Me. O coro representa a voz do povo português a pedir que Deus aceite Inês no reino dos céus. É uma obra simples no seu conceito e na sua composição, grande parte da sua complexidade reside na sua interpretação e na forma como cada músico emite cada nota que está escrita na partitura.
Em termos harmónicos a obra utiliza um novo sistema de harmonia criado pelo compositor. Embora tenha algumas passagens tonais, em geral o Requiem não tem acordes nem tonalidade, tem arquétipos ou cores harmónicas que vão se unindo pela melodia criada ao longo dos andamentos.
Pedro Macedo Camacho
A Orquestra Clássica do Centro (OCC) apresentou-se, pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em Dezembro de 2001, na altura, com 25 elementos e com a denominação Orquestra de Câmara de Coimbra. Considerada de Superior Interesse Cultural pelo Ministério da Cultura, a OCC encontra-se abrangida, desde então, pela Lei do Mecenato Cultural (actual Estatuto dos Benefícios Fiscais). Em 2002, a Orquestra passou a ser composta por 32 elementos, sendo esta a sua actual constituição. Já em 2004 viu aprovada, por unanimidade, em Assembleia-Geral, a alteração do nome para Orquestra Clássica do Centro. Enquanto associação a OCC tem, ainda, a responsabilidade de gestão cultural do Pavilhão Centro de Portugal (local da sede da OCC).
Do seu historial destacam-se os concertos que tiveram lugar em monumentos arquitectónicos da cidade e concelho de Coimbra, no âmbito do projecto Mo(nu)mentos Musicais (2003) e o alargamento da sua actividade a Câmaras e Distritos mais diferenciados. Passou, ainda, a contar com o contributo solístico e de regência de notáveis figuras do nosso panorama musical, encontrando também meios para, pontualmente, produzir concertos com uma densidade tímbrica e orquestral sinfónica.
Ao longo destes já mais de dez anos, a OCC tem realizado o seu trabalho ininterruptamente, procurando levar a música erudita/clássica a toda a Região Centro, colaborando com diversas entidades a nível regional, local, profissional, etc.
O historial da OCC inclui diversas iniciativas realizadas sobre a temática da Guitarra/Canção de Coimbra, nomeadamente, concertos em espaços monumentais, com a guitarra como instrumento solista, o tratamento orquestral da Canção de Coimbra, o Festival Cantar Coimbra, e os Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa, com o Patrocínio da Caixa Geral de Depósitos, iniciados em 2007.
Em 2010 a OCC assumiu um novo desafio com a criação do Coro da OCC, uma formação coral que conta com 60 elementos. O Concerto de Apresentação teve lugar no mês de Dezembro de 2010, com a apresentação da Oratória de Natal, de J.S. Bach. Fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita, continuarão a ser os objectivos deste projecto.
29 de Março | Coimbra
Casa da Escrita
9H30 – 10H30 – Conferências Plenárias
Moderadora – Manuela Mendonça
A Igreja portuguesa ao tempo de Inês de Castro: homens e problemas – Maria Alegria Marques, Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Algumas notas sobre as Ordens Militares e o rei D. Pedro I – Cristina Pimenta, Investigadora do Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade.
10H30-11H10 – Comunicações em Sessões Paralelas
Sessão I
Moderador – João Alves Dias
O Mitolusismo inesiano na obra do Pintor Lima de Freitas – Luísa Barahona Possollo, Licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.
A iconografia inesiana na arte contemporânea – Hilda Moreira de Frias, Investigadora/Professora do Ensino Superior.
Sessão II
Moderadora – Maria do Rosário Morujão
A Dramaturgia de Inês de Castro no Teatro de Marionetas – Sofia Olivença Vinagre e José Manuel Valbom Gil, S. A. Marionetas de Alcobaça.
Reflexos musicais do mito inesiano: um testemunho do Festival de Música de Alcobaça – Alexandre Delgado, Compositor e violetista.
11H10 -11H40 – Debate
11H40 – 12H00 – Pausa para café
12H00 – 12H40 – Comunicações em Sessões Paralelas
Sessão I
Moderadora – Cristina Pimenta
A sigilografia no tempo de D. Pedro I – Maria do Rosário Morujão, Professora Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
«E uos escriuam assy o escreuede em vosso liuro»: os escrivães da chancelaria de D. Pedro I – Marisa Costa, Universidade de Lisboa.
Sessão II
Moderador – Carlos Nogueira
A falsa Castro – João Alves Dias, Professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
O mito da Castro, uma língua fora da história – Lídia Martinez, Coreógrafa – bailarina.
12H40 – 13H10 – Debate
13H10 – 14H30 – Pausa para almoço
14H30 – 15H30 – Conferências Plenárias
Moderadora – Maria José Azevedo Santos
Pedro e Inês: diálogos entre o amor e a morte – Maria Helena da Cruz Coelho, Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Em torno do discutido casamento de Pedro e Inês – Manuela Mendonça, Academia Portuguesa da História.
15H30 – Visita à Quinta das Lágrimas
16H30 – Apontamento musical
Quinta das Lágrimas
Fado ao Centro
João Farinha | voz
Luís Barroso | guitarra portuguesa
Luís Santos | guitarra clássica
O projecto FADO AO CENTRO nasceu em 2011 e tem por missão promover e divulgar o Fado de Coimbra nas suas diversas vertentes. Através das actuações diárias ao vivo, às 12h30, 15h00 e 18h00, dos melhores grupos de Fado e artistas da cidade (mais de 30) no espaço Fado Ao Centro (Rua do Quebra Costas nº7 – junto ao Arco de Almedina) é garantido o encontro e reencontro dos poemas e melodias tradicionais com o público em geral. É igualmente criado um enredo em redor do visitante proporcionando-lhe arrepios sensoriais como se tivesse sido transportado para o seio de uma genuína serenata coimbrã. Em suma, transformar cada momento musical numa experiência inolvidável e cuidar de um património cultural/musical, que é de todos, é a nossa Missão!
JOÃO FARINHA nasceu em Coimbra, no ano de 1976, cidade onde ainda hoje reside. Desde sempre o fado esteve ligado à sua família, tendo privado com alguns dos mais importantes nomes que divulgaram a canção coimbrã. Já estudante universitário, em 1997, integrou o coro Schola Cantorum, como 1º tenor, e hoje em dia é membro do Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra. Em 1998 funda o grupo de fado “Aeminium” e, em 2006, o grupo “Coimbra Ensemble”. Gestor de Empresas é, igualmente, compositor e actuou em espectáculos por todo o mundo acompanhando artistas como Cristina Branco, Camané e Mariza.
Luís Barroso nasceu em Lisboa, em 1974, onde iniciou a aprendizagem da Guitarra Portuguesa com o professor Arménio de Melo. Nesta cidade, desde cedo, frequentou ambientes de fado com forte influência familiar. Em Coimbra, e durante o seu percurso académico, integrou, desde 1994, como músico, diversos projectos musicais. Desde 2001 lecciona aulas de Guitarra Portuguesa que, ainda hoje, continua, através do Centro Cultural Fado ao Centro. É, também, compositor fazendo-se acompanhar das suas guitarras da lendária família “Grácio”. Actuou ao vivo nos cinco continentes, com mais de 1300 actuações, desde 1996.
Luís Santos nasceu em Coimbra, onde iniciou a aprendizagem da Guitarra Clássica na vertente de acompanhamento de Fado de Coimbra. É considerado, pela crítica especializada, como um dos melhores “violas” de acompanhamento da actualidade, acompanhando a maioria dos artistas de Fado de Lisboa na zona centro do país. Em Coimbra, e durante o seu percurso académico, integrou, desde 1989, diversos grupos de Fados de Coimbra. Desde 2001 que lecciona aulas de Guitarra Clássica compondo, também, diversos fados. Foi guitarrista residente em diversas casas de fado, sendo-o hoje na Associação Cultural Fado ao Centro. Actuou ao vivo nos cinco continentes, perfazendo mais de 2000 actuações, desde 1989, incluindo os principais festivais de Músicas do Mundo com diversos artistas, na qualidade de viola de acompanhamento de Fado de Lisboa e Fado de Coimbra.
17H00 – Lanche
30 de Março | Montemor – o – Velho
Biblioteca Municipal
10H00 – 11H00 – Abertura
11H00 – 11H30 – Pausa para café
11H30 -12H30 – Conferências Plenárias
Moderador – Ermelindo Portela Silva
El linaje de Inés de Castro – Eduardo Pardo de Guevara Y Valdés, Professor de Investigación, CSIC, Santiago de Compostela.
Porque razão foi morta Inês de Castro – Bernardo Vasconcelos e Sousa, Professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
12H30 -14H30 – Pausa para almoço
14H30 -15H30 – Conferências Plenárias
Moderador – Eduardo Pardo de Guevara Y Valdés
Inês de Castro no Brasil: assim na terra como no céu – Carlos Nogueira, Cátedra Jaime Cortesão. Universidade de São Paulo.
Novos reflexos da Inês camoniana – José Carlos Seabra Pereira, Professor Associado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
15H30 – Visita ao centro histórico e castelo
31 de Março – Alcobaça
Mosteiro de Alcobaça
10H00 -11H00 – Abertura
11H00 – 12H00 – Conferências Plenárias
Moderador – Jorge Pereira de Sampaio
O túmulo de Inês de Castro: memória de uma rainha – Francisco Pato Macedo, Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Inês de Castro e a historia da muller – Marta González, Doutora em Historia Medieval. Deputada do Congreso dos Deputados, Madrid.
12H00 – 12H40 – Comunicações em Sessões Paralelas
Sessão I
Moderador – Bernardo Vasconcelos e Sousa
O tratamento de conservação e restauro nos túmulos do rei D. Pedro e de Dona Inês de Castro – André Varela Remígio, Conservador – restaurador.
Um saque para dois túmulos – Rui Rasquilho, Licenciado em História pela Universidade de Lisboa.
Sessão II
Moderadora – Carla Varela Fernandes
Manuel Vieira Natividade e a leitura iconográfica dos túmulos de D. Pedro e D. Inês de Castro, Ana Margarida Louro Martinho, Técnica Superior do Mosteiro de Alcobaça.
La Reine Morte – de Henri de Montherlant: um dos maiores sucessos editoriais em peças de teatro francesas do século XX – Ana Arez, Mestre em História do Teatro e Artes do Espetáculo pela Sorbonne.
12H40 – 13H10 – Debate
13H10 – 14H30 – Pausa para almoço
14H30-15H30 – Conferências Plenárias
Moderadora – Marta González
O Mosteiro de Alcobaça: espaço de religião, cultura e memória – Saúl António Gomes, Professor Associado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Pedro e Inês: Iconografias – Jorge Pereira de Sampaio, Diretor do Mosteiro de Alcobaça.
15H30 -16H30 – Comunicações em Sessões Paralelas
Sessão I – 15H30 – 16H10
Moderador – Rui Rasquilho
Os túmulos de Pedro e Inês e a Educação pelo Património – Cecília Gil, Técnica Superior do Mosteiro de Alcobaça.
Escultura pública da Faculdade de Belas Artes em Moledo, Lourinhã – João Castro Silva, Escultor e Professor Auxiliar na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
16H10 – 16H40 – Debate
Sessão II – 15H30-16H30
Moderador – Francisco Pato Macedo
La rueda de la tumba de Pedro I como diagrama mnemotécnico – Elizabeth Valdez del Alano, Professora na Universidade Estatal de Montclair em New Jersey.
Os processos de modelo/cópia e originalidade nas iconografias de D. Inês de Castro – Carla Varela Fernandes, Bolseira de Pós-doutoramento do Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto.
O túmulo de Inês de Castro na iconografia do culto dos Mistérios – Isabel Costeira, Técnica Superior do Mosteiro de Alcobaça.
16H 30 – 17H00 – Debate
17H00 – Sessão de Encerramento
Coordenadora Científica – Maria Helena da Cruz Coelho
Comissão Científica – Maria José Azevedo Santos, José Carlos Seabra Pereira, Jorge Pereira de Sampaio e Bernardo Vasconcelos e Sousa.
Comissão Executiva – Alexandra Gonçalves, Andreia Charneca, António Alves, Bruno Letra, Dina de Sousa e Joaquim Correia.
Organização – Associação Amigos de D. Pedro e D. Inês, Câmara Municipal de Coimbra, Câmara Municipal de Alcobaça, Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, IGESPAR – Direção Geral do Património Cultural, Consello da Cultura Galega, Cátedra Jaime Cortesão da Universidade de S. Paulo, Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra.
Comissão de Honra
Presidente da República Portuguesa, Secretário de Estado da Cultura, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Reitor da Universidade de Coimbra, Presidente da Associação Amigos de D. Pedro e D. Inês, Presidente do Consello da Cultura Galega, Presidente do Instituto de Gestão do Património Artístico e Arqueológico, Diretor da Cátedra Jaime Cortesão da Universidade de S. Paulo, Presidente da Academia Portuguesa da História, Presidente da Fundação Inês de Castro, Coordenador do Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra, Coordenador do Centro de Estudos Históricos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Presidente da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais.
Com o alto patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República
Inscrições
Inscrições até ao dia 19 de Março, para cultura@cm-coimbra.pt
Serão emitidos certificados de presença mediante inscrição prévia.
Inscrição gratuita.
Contactos:
Câmara Municipal de Coimbra/Divisão de Ação Cultural
239 702630 (Dina de Sousa/Joaquim Correia)
Câmara Municipal de Alcobaça
262 580800 (Bruno Letra/Alexandra Gonçalves)
Câmara Municipal de Montemor-o-Velho
239 687302 (António Alves/Carla Quinteiro)

